tenha um bom dia

 


As pessoas dopaminérgicas possuem um perfil neuroquímico que as torna mais sensíveis e receptivas ao neurotransmissor dopamina. A dopamina é uma substância química produzida pelo cérebro que está associada a sensações de prazer, motivação, recompensa e a busca por novidades.

Por causa dessa maior sensibilidade à dopamina, as pessoas dopaminérgicas tendem a ser mais aventureiras, curiosas, impulsivas e emocionalmente intensas. Elas podem se sentir facilmente entusiasmadas por novas experiências, sejam elas físicas, sociais ou emocionais, e tendem a buscar sensações intensas e gratificantes.

Por outro lado, as pessoas dopaminérgicas também podem ser mais propensas a desenvolver vícios e comportamentos impulsivos, como o uso abusivo de drogas, álcool ou jogos de azar. Essa maior propensão ao vício pode estar relacionada à busca constante por novas sensações e ao prazer que essas experiências proporcionam.

Além disso, as pessoas dopaminérgicas tendem a ter um alto nível de motivação e desempenho em atividades que consideram desafiadoras e estimulantes. Elas podem se sentir mais motivadas a buscar sucesso em suas carreiras, hobbies ou empreendimentos pessoais.

No entanto, essa mesma intensidade emocional e busca constante por novidades também pode trazer desafios e dificuldades para as pessoas dopaminérgicas, como dificuldades em se concentrar em tarefas monótonas, frustração com a rotina e a necessidade constante de estímulos e recompensas para manter a motivação.

Relacionamentos amorosos

Essas características podem influenciar significativamente a forma como elas se comportam em seus relacionamentos amorosos.

Em geral, as pessoas dopaminérgicas tendem a ser mais intensas e apaixonadas em seus relacionamentos amorosos. Elas podem se sentir muito atraídas por parceiros que as estimulem e proporcionem experiências prazerosas, tanto físicas quanto emocionais. Por isso, é comum que sejam mais propensas a se apaixonar rapidamente e a sentir uma forte conexão emocional com seus parceiros.

No entanto, essa intensidade pode trazer alguns desafios para os relacionamentos das pessoas dopaminérgicas. Elas podem ter dificuldade em manter um relacionamento saudável e estável a longo prazo, uma vez que podem perder rapidamente o interesse e a motivação se não se sentirem constantemente estimuladas e recompensadas. Além disso, elas podem ser mais propensas a buscar sensações novas e excitantes fora do relacionamento, o que pode levar a comportamentos infiéis ou impulsivos.

Para lidar com esses desafios, as pessoas dopaminérgicas podem precisar aprender a controlar seus impulsos e desenvolver habilidades de comunicação e resolução de conflitos para manter um relacionamento saudável e satisfatório. Elas também podem se beneficiar de encontrar parceiros que entendam e apreciem sua intensidade emocional, e que estejam dispostos a proporcionar estímulos e recompensas de forma consistente ao longo do tempo.

As pessoas dopaminérgicas podem ser altamente apaixonadas e intensas em seus relacionamentos amorosos, mas também podem enfrentar desafios em manter uma conexão emocional estável e saudável ao longo do tempo. Com a compreensão e o cuidado certos, no entanto, elas podem construir relacionamentos duradouros e gratificantes.

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 Eu não consigo mais ouvir essa música como eu ouvia antes, acreditando que se tratava de uma linda história de amor entre pessoas muito diferentes. Desde que descobri essas teorias não ouço mais, só analiso. Portanto, se você não quer que essa linda canção perca o encanto pra você, pare de ler agora!




A Música

Eduardo e Mônica

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir

Festa estranha, com gente esquisita
Eu não tô legal, não aguento mais birita
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
É quase duas, eu vou me ferrar


Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram, então, no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol de botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão
E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

*************
As teorias

Tudo começou por causa dessa parte da música:

 "Construíram uma casa/Uns dois anos atrás/Mais ou menos quando os gêmeos vieram"

Ou seja, ele fala UNS DOIS ANOS ATRÁS e mais adiante vem: “Só que nessas férias/Não vão viajar/Porque o filhinho do Eduardo/ Tá de recuperação”. Agora, se compararmos as duas passagens e pensarmos sobre a cronologia, dizer que o filhinho do Eduardo está de recuperação significa dizer que o menino já está em uma idade que pode repetir de ano, mas se eles tiveram os gêmeos havia dois anos não tem como o menino ter mais que dois. Tem algo errado aí! 

Um filho fora do casamento

Uma das teorias é de que Eduardo teria traído Mônica e tido um filho fora do casamento. O que ficaria evidenciado na parte em que diz que eles "seguraram legal/A barra mais pesada que tiveram" que trataria do adultério do rapaz.

Também em "O filhinho do Eduardo tá de recuperação", quando Renato fala que o filho é de Eduardo e não da Mônica.

Segundo essa teoria, seria esse filho bastardo que teria ficado de recuperação.

Mônica engravidou

Outra possibilidade é que naquela "festa estranha" teria rolado algo mais entre o casal e Mônica teria ficado grávida, sendo esse o verdadeiro motivo para duas pessoas tão diferentes ficarem juntas.

Fora o fato de que Eduardo "decidiu trabalhar", provavelmente pra sustentar a criança.

Essa criança seria então o irmão mais velho dos gêmeos, que nasceriam mais tarde e aquele que teria idade para estar de recuperação na escola.

Filhinho doente

Mas pode ser também que toda a história seja assim mesmo, e a recuperação de que trata a música, seria um recuperação hospitalar, pois um dos gêmeos teria ficado doente, estava se recuperando e por isso o casal não poderia viajar.


Renato era de humanas

Por fim, existe a remota possibilidade de Renato Russo ser um cara de humanas, e no momento de escrever a letra não fez as contas e a coisa ficou como ficou! Vai saber!!!




A verdadeira história?

Eu pesquisei para saber se existia uma verdadeira história e existem alguns boatos de que o compositor teria falado em shows que Eduardo e Mônica eram, na verdade, amigos dele de Brasília e que já tinham até se separado.

Mas também existe a versão de que ele teria dito em entrevista que ele era o Eduardo e Mônica uma menina que ele namorou, que era mesmo mais velha e artista plástica ("tinta no cabelo"). 

Mas quem se importa? O fato é que a música é boa e vai continuar sendo um hino por muitos e muitos anos. Agora, que você nunca mais vai conseguir ouvir ela do mesmo jeito depois de ter lido esse post, não vai!!!

E você, tem mais alguma teoria pra essa música? Comenta aí!



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 Você nunca mais vai querer parar de ler os livros dessa mulher!




Sinopse

Na obra, originalmente publicada em 2002, a escritora utiliza suas palavras cortantes e sua clareza brutal para percorrer o turbilhão emocional vivido por Olga após um casamento fracassado. Traída e se sentindo abandonada pelo marido, a personagem enfrenta conflitos internos em meio à nuvem cinzenta da desolação e da nova e inquietante realidade que se apresenta. Moradores de um apartamento em Turim, para onde Olga se mudou por conta da carreira profissional do marido, com dois filhos e um cachorro, Mario e Olga viveram ma relação de 15 anos com os altos e baixos de um casamento normal. Sem abalos que evidenciassem um término repentino, Olga ouve o discurso de seu marido anunciando que ele a deixaria naquele momento. As páginas seguintes vão desnudando cenas críticas do passado do casal, repassadas até a exaustão pela protagonista e misturadas à urgência do seu cotidiano completamente destruído. Em Dias de abandono, Ferrante escancara a dor da rejeição moldada pelos sentimentos e particularidades de uma mulher. Em um corajoso e às vezes violento mergulho existencial, Olga vai aos poucos substituindo um atormentado desejo de redenção por algo ainda desconhecido. Antes presa a um personagem construído pela sociedade e por suas próprias expectativas, ela se dá conta de que amou mais justamente quando se sentiu “enganada, humilhada e abandonada”. A raiva pela justificativa mentirosa do marido ao tê-la deixado, que antes parecia acender a urgência do amor, agora o esvazia. No espaço entre esses dois pólos distintos, sem amor, dentro do nada, resta a ela saber se novos sentidos podem tomar formas na urgência da vida.

"A respiração ficava acumulada na garganta, preparando-se para vibrar em palavras raivosas."

Sabe quando você lê um livro de um escritor pela primeira vez e simplesmente se apaixona perdidamente? Foi o que aconteceu comigo ao ler Elena Ferrante. O primeiro livro dela que li foi A Filha perdida e agora acabei de terminar Dias de Abandono. 
Gostei tanto da leitura que decidi listar seis motivos pelos quais valeu muito a pena essa incrível leitura!

1. Uma bela sessão de análise

Para quem se interessa por psicologia, esse livro pode agradar porque se parece com uma sessão de análise. A protagonista escancara sua vida e sua dor para o leitor, sem medos e sem vergonha. Assim como no outro livro que li da Ferrante, ela escreve sobre os sentimentos mais terríveis, que ninguém tem coragem de assumir que já sentiu um dia. Ela é honesta, dolorosamente sincera e sem pudores.

"Sentia-me como quem é cego e sabe ser observado por aqueles que querem espiar cada detalhe."

2. Relação com os filhos

Acredito que um dos pontos fortes da autora é falar sobre a realidade da maternidade. Ela escreve sobre a relação da mãe com as crianças com todos os mal estares tanto para os filhos como para a progenitora. Dá uma certa angústia ver como ela trata os filhos, as coisas que ela diz, e como eles a tratam também. Mas nada mais é do que parte da maternidade real, são sentimentos e comportamentos que fazem parte da vida de uma família, nem sempre todos fazem as coisas certas ou romantizadas, a realidade é bem mais dura e cruel.

3. Bukowski feminina

Em uma certa altura da leitura eu me lembrei bastante dos livros de Bukowski. A personagem, em toda sua crise existencial, começa a agir de forma bem decadente e insolente, falando palavrões e se expressando de forma chula. 
Cheguei a conclusão de que quando se trata de relacionamentos disfuncionais todos acabam bebendo um pouquinho da fonte desse autor, e quando vemos uma personagem feminina expor todo esse lado me parece até reconfortante, já que também temos o direito de enfiar o pé na jaca.

4. Ressignificando o passado

Nessa história a personagem tem muito medo de ser como uma mulher abandonada pelo marido que ela conheceu quando criança. Contudo, percebemos que foi por meio da vivência sofrida dessa vizinha que ela criou em si o significado de abandono, e apesar de refutar a possibilidade de estar na mesma situação dessa outra senhora, era exatamente assim que ela se encontrava. Já que tudo o que ela sabia sobre abandono era essa crença de profundo sofrimento.
No decorrer da história ela vai aprender a aceitar e lidar com esse significado e eventualmente tentar modificá-lo.

"Um relógio quebrado que agora, já que seu coração de metal continuava batendo, estragava o tempo de todas as coisas."

5. Closer e Martha Medeiros

Esse livro me remeteu muito à obra de Martha Medeiros, Fora de Mim, onde ela também fala sobre o fim de um relacionamento e os sentimentos em relação à separação. 
Outra memória foi do filme Closer, com  Michael Haley, Julia Roberts, Jude Law e Natalie Portman. Principalmente na parte em que o personagem fica questionando sobre como se deu a traição e todos os detalhes sexuais relacionados a ela. No livro, a personagem também faz isso, e eu fiquei me perguntando que vontade é essa de estar a par de detalhes tão dolorosos, mas que de algum jeito precisamos saber?  

"Essa era a realidade que eu estava por descobrir, por trás da aparência de tantos anos. Já não era mais eu, era outra, como temia desde que acordei, como temia desde sabe-se lá quando."

6. Talento pra deixar o leitor apreensivo

Eu sempre fico abismada com a capacidade da Elena Ferrante deixar o leitor na ponta da cadeira, lendo compulsivamente, narrando apenas fatos cotidianos. 
O ápice do livro, quando a personagem passa pelo seu pior momento, é simplesmente arrepiante. Você não consegue parar de ler, entra de verdade na confusão mental e parece que enxerga tudo pelos olhos atordoados da personagem, é como se você estivesse bêbado sem ter ingerido álcool algum, apenas bebendo a narrativa dessa autora incrível! 
Vale a pena a leitura do livro só pra viver esses momentos de tensão junto com Olga, o coração chega a disparar de verdade!

"Mas a emoção foi surpreendentemente agradável, como quando é um filme ou um livro que nos faz sofrer, não a vida."

Acho que é isso. Foi uma ótima leitura, adorei viver esses momentos dolorosos e torcer para a vitória dessa rica personagem e dessa família que, apesar de estar em carne viva nessa história, é como muitas outras. Pois a vida de cada ser humano é feita de dor e sofrimento assim como da mais pura alegria e beleza, às vezes...

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Aí você chega no salão e a cabeleireira que era tão simpática fecha a cara pra você! Meu Deus! O que pode ter acontecido? Com certeza você cometeu um desses cinco erros, e fez algo que nunca se deve fazer no salão de beleza.



Fique atenta para os erros mais comuns e não corra o risco de deixar sua profissional da beleza irritada com você. Sabemos que isso pode ser muito perigoso, não é mesmo?

Levar criança ou cachorro

A profissional pode até elogiar a criança ou o bichinho, fingindo simpatia (é o trabalho dela!), mas no fundo ela está morrendo de ódio de sua criança ficar mexendo em tudo ou fazendo perguntas intermináveis, e de seu bicho ficar pedindo carinho ou fazer sujeira no salão.

Convenhamos, criança e bicho não gostam de esperar, eles perdem a paciência e o controle, e no salão normalmente as coisas demoram, é um lugar para relaxar e não ficar preocupada em manter a cria (seja qual for) quieta até terminar a escova!

Alguns salões, verificando que não haveria outro jeito, criaram maneiras de lidar com esse transtorno oferecendo alguns serviços. Inteligente da parte deles, mas nem todos os estabelecimentos são assim, principalmente os menores.

Então, vamos ter bom senso e tentar deixar o cachorrinho ou o bebê com alguém. Lógico que nem sempre dá, mas quando der, faça isso por você! Acredite, será melhor assim!

Enrolar para escolher o esmalte

É muito bom conversar com a manicure né? Dizem até que é melhor que terapia! Mas às vezes vocês “garram” na conversa de um jeito...

Ou então o celular, fica a madame no whats, fazendo snap e mandando a profissional sorrir pra câmera e quando chega a hora de esmaltar... lá vai a cliente que não escolheu o esmalte enrolar durante uns dez minutos pra escolher sua cor!

Mesmo balançando a cabeça positivamente e sorrindo, o que a manicure realmente está pensando é “por que ela não escolheu o esmalte enquanto falava ou no lugar de mexer no telefone?” Gente, nesses minutinhos ela já estaria atendendo outra cliente, fazendo mais dinheiro ou no mínimo indo pra casa mais cedo!

Sendo assim, não custa nada, chega e escolhe o esmalte que quer passar, pronto, tudo resolvido!

Estragar a unha logo após fazer

Agora olha que beleza: já não chega demorar pra escolher a cor, a cliente levanta da cadeira e: estraga a unha! Normalmente por causa do bendito celular de novo!

Tá certo que aí são as duas que ficam bravas, ninguém gosta de borrar o esmalte, mas te garanto que sua manicure gosta menos que você!!!

Isso é algo que não se deve fazer no salão de beleza mas que no entanto, não está muito em nossas mãos (piscadinha de olho), já que vai contra a nossa vontade fazer isso também, tratando-se normalmente de um acidente. Contudo, sempre podemos ser mais cuidadosas, principalmente com o celular abençoado de cada dia!

Ah! E a chave do carro, bolsa, carteira... campeões nesse quesito!

Gente, vai por mim, vale muito a pena deixar sua manicure sempre feliz!

Exigir um corte ou penteado que não serve para seu tipo

Pois é! Não adianta querer um corte de cabelo liso em um cabelo cacheado, ou cachos volumosos em cabelo estilo “liso-escorrido”. A verdade é que o profissional pode ate fazer aquilo por você naquele momento, com escova, chapinha, cremes milagrosos e tudo quanto artifício que só ele conhece, mas quando você chegar em casa e lavar o cabelo... adeus! Aquele look jamais será repetido por você sem os superpoderes do cabeleireiro! A não ser que você volte no salão todos os dias (tipo Silvio Santos), é melhor ficar com a realidade. Por isso é bom ter total confiança no profissional e conversar abertamente, ele vai te dizer se é possível ou não fazer aquilo. E, muié, se aceite! Invista e desenvolva o que você tem de melhor.

Se insistir com o cabeleireiro que quer algo que ele sabe que não vai ficar bom pra você, ele pode até fazer, mas não vai ser legal, acredite!

Querer ensinar o profissional

Gente, muitas vezes a pessoa chega no salão achando que sabe mais do que o profissional. Isso acontece! Fica falando como ele DEVE fazer as coisas. Não é que a pessoa pede, pergunta se dá pra fazer, ela quer ensinar o profissional a fazer. Coisas do tipo: “corta aqui, ali e acolá pra ficar repicado”, “tira mais, ainda tem (cutícula)”, “se você lavar e depois passar o creme é melhor”.

Sabe, aquela pessoa estudou para fazer aquele trabalho, ele (assim se espera) sabe o que tá fazendo! Mas se você não confia no profissional a ponto de tentar ensinar algo, simplesmente procure um de confiança!

Uma coisa eu sei, de todas as coisas que você não deve fazer no salão de beleza, essa é a pior de todas! E pode ter certeza que seu cabeleireiro vai ficar muito irritado! E com razão né?! Em qualquer profissão ninguém gosta disso.

Então é isso! Podemos fazer grandes amizades em um salão de beleza, um bom profissional pode ser o seu melhor amigo pra sempre ou o seu pior inimigo. Por isso, todo cuidado é pouco.

Se você não quer e nem comete esses erros no seu salão de beleza, que tal compartilhar com seu cabeleireiro ou manicure pra ver se ele concorda com essas atitudes ou não? 

Quem sabe ele não te dá mais umas dicas?!
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