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Se você acredita que fazendo exercícios físicos o único benefício que vai receber será o emagrecimento e saúde corporal, saiba que não é apenas isso. Não faça exercícios físicos somente para emagrecer, faça também pelo bem da sua saúde mental! 

 Como o Exercício Físico Ajuda na Saúde Mental: Benefícios Comprovados pela Ciência


Você sabia que o exercício físico não é benéfico apenas para o corpo, mas também para a mente? 

Neste artigo, vamos explorar a relação entre o exercício físico e a saúde mental, destacando os benefícios comprovados pela ciência. Além disso, vamos discutir como diferentes tipos de atividades físicas podem impactar positivamente o bem-estar emocional e a saúde mental geral. Descubra como adicionar exercícios à sua rotina diária pode ser uma poderosa estratégia para melhorar o seu estado de espírito e desfrutar de uma vida mais equilibrada.


Como o exercício físico influencia na saúde mental?


O exercício físico desencadeia uma série de reações químicas no cérebro que afetam positivamente o humor e o bem-estar emocional. Durante a atividade física, o cérebro libera endorfinas, neurotransmissores que proporcionam uma sensação de prazer e reduzem a percepção de dor. Além disso, o exercício promove o aumento da produção de serotonina, um neurotransmissor associado ao humor e à regulação do sono. Essas alterações neuroquímicas contribuem para a redução do estresse, ansiedade e sintomas de depressão.

Benefícios do exercício físico para a saúde mental:

Redução do estresse e ansiedade:


O exercício físico é uma poderosa ferramenta para liberar a tensão e reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.
A prática regular de exercícios ajuda a lidar com desafios diários com mais calma e resiliência.


Melhora do humor:


A liberação de endorfinas durante o exercício promove uma sensação de euforia e bem-estar, conhecida como "euforia do corredor".
O exercício também pode aumentar a autoestima e a confiança, contribuindo para uma atitude mental mais positiva.

Alívio da depressão:


Estudos mostram que o exercício físico regular pode ser tão eficaz quanto a terapia e medicação no tratamento da depressão leve a moderada.
O exercício estimula a neuroplasticidade, o que pode ajudar na recuperação e na regeneração das células cerebrais.

Aumento da cognição e foco:


O exercício melhora o fluxo sanguíneo no cérebro, aumentando a oxigenação e nutrientes para as células cerebrais.
Isso pode levar a uma melhora na concentração, memória e habilidades cognitivas.


Redução da fadiga mental:


O exercício físico promove a liberação de neurotransmissores que ajudam a combater a fadiga mental e melhorar a clareza mental.
A prática regular de exercícios pode aumentar a energia e a resistência mental.


Promoção de um sono mais saudável:


O exercício físico regular pode ajudar a regular os padrões de sono, resultando em um sono mais profundo e restaurador.
Um sono adequado está diretamente relacionado ao bem-estar emocional e à capacidade de enfrentar desafios diários.


A incorporação do exercício físico à sua rotina diária não é apenas benéfica para o corpo, mas também é uma estratégia valiosa para melhorar a saúde mental. Os benefícios comprovados pela ciência, como a redução do estresse, a melhora do humor e o alívio da depressão, mostram como o exercício pode ser uma poderosa ferramenta para promover o bem-estar emocional e a saúde mental geral. Seja qual for a atividade física que você escolha, desde caminhar até praticar esportes ou dançar, o importante é manter a consistência e desfrutar dos benefícios para a mente e o corpo. 

Lembre-se de que consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer programa de exercícios é importante, especialmente se você tiver alguma condição de saúde pré-existente. Invista no seu bem-estar mental e comece a colher os benefícios positivos do exercício físico em sua vida!




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Estabelecer limites saudáveis é fundamental para garantir o bem-estar emocional e preservar a saúde mental. Neste artigo, vamos explorar a importância de estabelecer limites em diversos aspectos da vida, como relacionamentos, trabalho e tempo pessoal. Aprender a dizer "não" quando necessário e estabelecer fronteiras claras pode ajudar a reduzir o estresse, a ansiedade e a exaustão emocional. Descubra como estabelecer limites pode ser uma forma poderosa de autocuidado e proteção da sua saúde mental.

Por que estabelecer limites é essencial para a saúde mental?

Estabelecer limites saudáveis é uma forma de proteger-se emocionalmente e evitar o esgotamento mental. Muitas vezes, podemos nos sentir sobrecarregados ao assumir responsabilidades excessivas ou ao ceder às expectativas dos outros, negligenciando nossas próprias necessidades. Ao estabelecer limites, comunicamos de forma assertiva nossos limites pessoais e protegemos nosso bem-estar emocional. Isso permite uma melhor gestão do estresse, maior autoestima e relacionamentos mais saudáveis.

Dicas para estabelecer limites saudáveis:

Identifique suas necessidades e prioridades:


Reserve um tempo para refletir sobre suas necessidades emocionais e o que é realmente importante para você.
Defina suas prioridades e metas pessoais para que possa direcionar suas energias para o que é significativo.

Aprenda a dizer "não" com assertividade:

Não tenha medo de recusar solicitações que excedam suas capacidades ou que não estejam alinhadas com seus valores.
Expresse-se com clareza e firmeza, sem sentir a necessidade de se justificar excessivamente.

Defina limites no trabalho:

Estabeleça horários fixos para o trabalho e reserve tempo para pausas e momentos de descanso.
Comunique aos colegas e chefes suas expectativas em relação à carga de trabalho e prazos realistas.

Estabeleça limites nos relacionamentos:

Comunique suas necessidades emocionais e expectativas nos relacionamentos pessoais.
Defina limites claros para o que você considera aceitável em termos de tratamento e respeito.

Reconheça os sinais de sobrecarga:

Esteja atento a sinais de estresse excessivo, como irritabilidade, fadiga e dificuldade de concentração.
Saiba reconhecer quando é hora de estabelecer limites mais rígidos.

Pratique o autocuidado:

Reserve tempo para cuidar de si mesmo e dedicar-se a atividades que promovam o relaxamento e o bem-estar.
Lembre-se de que cuidar de si mesmo é fundamental para poder cuidar dos outros de forma saudável.

Peça ajuda e suporte quando necessário:

Não tenha receio de buscar apoio de amigos, familiares ou profissionais de saúde mental.
Às vezes, pedir ajuda é uma forma de estabelecer limites e reconhecer que você também precisa de suporte.


Estabelecer limites saudáveis é uma forma poderosa de preservar sua saúde mental e promover um bem-estar emocional equilibrado. Ao identificar suas necessidades, aprender a dizer "não" com assertividade e definir fronteiras claras nos relacionamentos e no trabalho, você estará protegendo sua saúde mental e criando um ambiente mais saudável para si mesmo. Lembre-se de que estabelecer limites é um ato de amor próprio e uma forma de autocuidado. Priorize sua saúde mental e permita-se viver uma vida mais equilibrada e satisfatória.



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A gratidão é uma poderosa ferramenta que pode impactar positivamente nossa saúde mental. Praticar a gratidão regularmente pode trazer uma mudança significativa em nossa perspectiva e bem-estar emocional. Neste artigo, exploraremos os benefícios da prática da gratidão e apresentaremos cinco maneiras simples de incorporá-la à sua rotina diária. Vamos descobrir como cultivar a gratidão pode promover uma mentalidade positiva e melhorar sua qualidade de vida.

Mantenha um diário de gratidão: Começar um diário de gratidão é uma das maneiras mais eficazes de incorporar a gratidão em sua rotina diária. Reserve alguns minutos todas as noites para escrever três coisas pelas quais você se sente grato naquele dia. Pode ser algo simples, como apreciar o sol brilhante ou desfrutar de uma xícara de café quente. Ao escrever regularmente sobre as coisas positivas em sua vida, você treina sua mente a buscar o lado bom das situações.

Pratique a gratidão ao acordar: Ao despertar, reserve alguns instantes para refletir sobre as coisas pelas quais você é grato. Pode ser agradecer pela oportunidade de começar um novo dia, pela saúde, por um ente querido ou por qualquer coisa que lhe traga alegria. Começar o dia com gratidão estabelece uma mentalidade positiva desde cedo, preparando-o para enfrentar desafios com uma perspectiva mais equilibrada.

Expresse gratidão aos outros: Demonstrar gratidão aos outros não apenas fortalece seus relacionamentos, mas também traz benefícios para sua saúde mental. Regularmente, expresse gratidão por meio de palavras ou pequenos gestos de apreciação. Diga "obrigado" sinceramente a alguém ou escreva uma nota de agradecimento. A prática de reconhecer o impacto positivo que os outros têm em nossa vida fortalece os laços emocionais e promove uma sensação de conexão e felicidade.

Encontre momentos de gratidão nas dificuldades: A gratidão não se limita apenas às coisas boas da vida. É também uma ferramenta poderosa para enfrentar desafios. Quando você se deparar com situações difíceis, procure oportunidades para encontrar algo pelo qual possa ser grato. Pode ser uma lição aprendida, a oportunidade de crescimento pessoal ou o apoio de alguém em quem você confia. Encontrar momentos de gratidão mesmo nas dificuldades ajuda a cultivar resiliência e perspectiva positiva.

Compartilhe gratidão em suas redes sociais: Aproveite o poder das redes sociais para espalhar gratidão e positividade. Reserve um tempo para compartilhar uma história inspiradora ou expressar gratidão publicamente por algo ou alguém. Ao fazer isso, você não apenas inspira os outros a cultivar a gratidão, mas também reforça sua própria prática e promove um ambiente online mais saudável e feliz.
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O estresse faz parte da vida cotidiana e pode afetar negativamente o nosso bem-estar mental se não for devidamente gerenciado. Neste artigo, vamos explorar sete dicas práticas, embasadas na ciência, para lidar com o estresse diário de forma eficaz. Ao implementar essas estratégias, você poderá promover o seu bem-estar mental e desfrutar de uma vida mais equilibrada.




Pratique a respiração profunda: A respiração profunda é uma técnica simples, mas poderosa, para reduzir o estresse. A respiração lenta e profunda estimula o sistema nervoso parassimpático, responsável pela resposta de relaxamento do corpo. Discutiremos técnicas de respiração profunda, como a respiração diafragmática, e como incorporá-las em sua rotina diária.


Estabeleça limites saudáveis: Definir limites claros é essencial para gerenciar o estresse diário. Aprender a dizer "não" quando necessário e estabelecer prioridades ajuda a evitar a sobrecarga. Vamos discutir a importância de estabelecer limites saudáveis e fornecer dicas para implementá-los em diferentes áreas da vida.


Pratique a autocompaixão: A autocompaixão envolve tratar-se com gentileza e compreensão, em vez de se criticar constantemente. A pesquisa mostra que a autocompaixão está associada a níveis mais baixos de estresse e maior bem-estar mental. Vamos explorar estratégias para cultivar a autocompaixão em sua vida diária.


Adote uma rotina de autocuidado: Cuidar de si mesmo é fundamental para lidar com o estresse diário. Vamos discutir a importância de uma rotina de autocuidado consistente, que envolva hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, exercícios físicos regulares, sono adequado e momentos de lazer.


Pratique a gestão do tempo: A má gestão do tempo pode aumentar o estresse diário. Vamos fornecer dicas práticas para gerenciar o tempo de forma eficiente, incluindo técnicas de planejamento, organização e priorização de tarefas.


Encontre atividades de relaxamento: Atividades de relaxamento, como meditação, ioga, ouvir música relaxante ou tomar um banho quente, podem ajudar a reduzir o estresse diário. É recomendável explorar diferentes opções de atividades de relaxamento e como incorporá-las em sua rotina, mesmo com uma agenda agitada.


Cultive um sistema de apoio social: Ter um sistema de apoio social forte pode ser um fator-chave para lidar com o estresse diário. Discutiremos a importância de cultivar relacionamentos saudáveis e estratégias para buscar apoio em amigos, familiares ou grupos de suporte.


DICAS:

  1. Pratique a respiração profunda:

    • Encontre um local tranquilo e confortável para se sentar.
    • Coloque uma mão no peito e outra no abdômen.
    • Inspire profundamente pelo nariz, sentindo o ar encher o abdômen.
    • Expire lentamente pela boca, esvaziando completamente o ar dos pulmões.
    • Repita esse padrão de respiração por alguns minutos, concentrando-se na sensação de relaxamento.

  2. Estabeleça limites saudáveis:

    • Avalie suas prioridades e identifique as tarefas que são realmente importantes.
    • Aprenda a dizer "não" quando algo não se encaixa nos seus limites ou compromissos.
    • Estabeleça horários específicos para o trabalho, descanso e lazer, respeitando esses limites.
    • Defina expectativas claras com colegas, amigos e familiares sobre o seu tempo e disponibilidade.

  3. Pratique a autocompaixão:

    • Reconheça que todos cometem erros e que você também merece compreensão.
    • Seja gentil consigo mesmo ao enfrentar desafios ou momentos difíceis.
    • Pratique a autocompaixão através de afirmações positivas e tratando-se com carinho e cuidado.

  4. Adote uma rotina de autocuidado:

    • Reserve um tempo diário para cuidar de si mesmo, mesmo que seja apenas alguns minutos.
    • Priorize uma alimentação equilibrada, incluindo alimentos nutritivos em suas refeições.
    • Dedique-se a uma atividade física que você goste, como caminhar, dançar ou praticar esportes.
    • Estabeleça uma rotina de sono consistente, garantindo horas suficientes de descanso.

  5. Pratique a gestão do tempo:

    • Faça uma lista de tarefas diárias e estabeleça prioridades.
    • Utilize técnicas de planejamento, como o Pomodoro, para dividir o tempo em blocos de trabalho concentrado e intervalos.
    • Evite a procrastinação, começando pelas tarefas mais desafiadoras ou importantes.
    • Esteja aberto a delegar tarefas ou pedir ajuda quando necessário.

  6. Encontre atividades de relaxamento:

    • Experimente diferentes atividades de relaxamento, como meditação, ioga, tai chi ou massagens, para encontrar a que mais lhe agrada.
    • Reserve um tempo diário para se engajar nessas atividades, mesmo que seja por apenas 10 minutos.
    • Crie um ambiente tranquilo em sua casa, com música suave, velas aromáticas ou um espaço dedicado ao relaxamento.

  7. Cultive um sistema de apoio social:

    • Mantenha contato regular com amigos e familiares, mesmo que seja por chamadas telefônicas ou videoconferências.
    • Participe de grupos de apoio online ou presenciais relacionados a interesses ou desafios comuns.
    • Busque o apoio de um terapeuta ou profissional de saúde mental para orientação e suporte.
    • Esteja presente para os outros, oferecendo seu apoio e ouvindo ativamente quando necessário.


Lidar com o estresse diário de forma eficaz é essencial para promover o bem-estar mental e viver uma vida equilibrada. Ao adotar essas sete dicas práticas, baseadas na ciência, você estará capacitado para gerenciar o estresse de forma mais eficaz. Lembre-se de que cada pessoa é única, e pode ser necessário ajustar as estratégias de acordo com suas necessidades individuais. Ao implementar essas dicas em sua rotina diária, você estará dando um passo importante em direção a uma vida mais tranquila e saudável.

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As pessoas dopaminérgicas possuem um perfil neuroquímico que as torna mais sensíveis e receptivas ao neurotransmissor dopamina. A dopamina é uma substância química produzida pelo cérebro que está associada a sensações de prazer, motivação, recompensa e a busca por novidades.

Por causa dessa maior sensibilidade à dopamina, as pessoas dopaminérgicas tendem a ser mais aventureiras, curiosas, impulsivas e emocionalmente intensas. Elas podem se sentir facilmente entusiasmadas por novas experiências, sejam elas físicas, sociais ou emocionais, e tendem a buscar sensações intensas e gratificantes.

Por outro lado, as pessoas dopaminérgicas também podem ser mais propensas a desenvolver vícios e comportamentos impulsivos, como o uso abusivo de drogas, álcool ou jogos de azar. Essa maior propensão ao vício pode estar relacionada à busca constante por novas sensações e ao prazer que essas experiências proporcionam.

Além disso, as pessoas dopaminérgicas tendem a ter um alto nível de motivação e desempenho em atividades que consideram desafiadoras e estimulantes. Elas podem se sentir mais motivadas a buscar sucesso em suas carreiras, hobbies ou empreendimentos pessoais.

No entanto, essa mesma intensidade emocional e busca constante por novidades também pode trazer desafios e dificuldades para as pessoas dopaminérgicas, como dificuldades em se concentrar em tarefas monótonas, frustração com a rotina e a necessidade constante de estímulos e recompensas para manter a motivação.

Relacionamentos amorosos

Essas características podem influenciar significativamente a forma como elas se comportam em seus relacionamentos amorosos.

Em geral, as pessoas dopaminérgicas tendem a ser mais intensas e apaixonadas em seus relacionamentos amorosos. Elas podem se sentir muito atraídas por parceiros que as estimulem e proporcionem experiências prazerosas, tanto físicas quanto emocionais. Por isso, é comum que sejam mais propensas a se apaixonar rapidamente e a sentir uma forte conexão emocional com seus parceiros.

No entanto, essa intensidade pode trazer alguns desafios para os relacionamentos das pessoas dopaminérgicas. Elas podem ter dificuldade em manter um relacionamento saudável e estável a longo prazo, uma vez que podem perder rapidamente o interesse e a motivação se não se sentirem constantemente estimuladas e recompensadas. Além disso, elas podem ser mais propensas a buscar sensações novas e excitantes fora do relacionamento, o que pode levar a comportamentos infiéis ou impulsivos.

Para lidar com esses desafios, as pessoas dopaminérgicas podem precisar aprender a controlar seus impulsos e desenvolver habilidades de comunicação e resolução de conflitos para manter um relacionamento saudável e satisfatório. Elas também podem se beneficiar de encontrar parceiros que entendam e apreciem sua intensidade emocional, e que estejam dispostos a proporcionar estímulos e recompensas de forma consistente ao longo do tempo.

As pessoas dopaminérgicas podem ser altamente apaixonadas e intensas em seus relacionamentos amorosos, mas também podem enfrentar desafios em manter uma conexão emocional estável e saudável ao longo do tempo. Com a compreensão e o cuidado certos, no entanto, elas podem construir relacionamentos duradouros e gratificantes.

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A mudança de sentimentos pode aumentar a criatividade de pensadores convencionais


Mesmo as pessoas que tendem a pensar convencionalmente, como contadores ou reguladores de seguros, podem ser criativas, sugere um estudo recente, se puderem olhar para as situações emocionais sob uma luz diferente.

Em um conjunto de experimentos, os pesquisadores descobriram que os pensadores convencionais, aqueles que se classificam em baixa abertura a novas ideias e experiências, tiveram mais ideias criativas do que seus pares depois de praticarem a "reavaliação emocional". Isso significa ver uma situação através de outras lentes emocionais, como tentar ver um evento indutor de raiva como algo neutro ou esperançoso.

O estudo, publicado na revista Organizational Behavior and Human Decision Processes, indica que a criatividade é algo que pode ser treinado.

"Uma das implicações do estudo é que a criatividade não é algo acessível apenas a pessoas que consideramos 'criativas'", disse a principal autora Lily Zhu, professora assistente da Carson College of Business da Washington State University. "Sempre que rompemos com nossa perspectiva existente e tentamos pensar em algo diferente de nossa reação inicial, há um elemento criativo nisso. Se pudermos praticar ou treinar esse músculo de pensamento flexível, isso pode nos ajudar a ser mais criativos ao longo do tempo ."

Para o estudo, Zhu e os co-autores Chris Bauman e Maia Young, da Universidade da Califórnia, em Irvine, conduziram uma pesquisa e dois experimentos semelhantes com três grupos diferentes de pessoas. A primeira pesquisa com 279 estudantes universitários revelou que as pessoas que tendiam a ser mais criativas, com alta abertura para novas ideias, também tendiam a praticar a reavaliação emocional regularmente.

Em um experimento com 335 pessoas recrutadas por meio de uma plataforma de crowdsourcing, os participantes foram primeiro classificados em seus níveis de abertura e, em seguida, mostraram uma cena de filme projetada para provocar raiva. Enquanto assistiam, eles recebiam instruções diferentes: suprimir suas emoções, pensar em outra coisa para se distrair ou tentar uma avaliação emocional - olhar para a cena através de outras lentes. Uma parte também não recebeu nenhuma instrução sobre como regular seus sentimentos.

Depois de assistir ao filme, os participantes foram convidados a ter uma ideia para usar um espaço em seu prédio que estava sendo desocupado por uma cafeteria que estava fechando. Essas ideias foram então avaliadas por um painel de especialistas que não sabiam nada sobre os participantes. Idéias como usar o espaço para "cochilos" ou abrir uma creche foram consideradas altamente criativas, enquanto abrir uma lanchonete semelhante ou uma franquia de alimentação foi considerada de baixa criatividade.

O próximo experimento teve um grupo diferente de 177 participantes escrevendo sobre uma experiência que os deixou com raiva, em vez de assistir a um filme. Eles foram então encarregados de escrever sobre isso novamente de uma perspectiva emocional diferente ou escrever sobre outra coisa como uma distração.

Em ambos os experimentos, os participantes de pensamento convencional que tentaram a reavaliação emocional tiveram mais ideias criativas do que outros pensadores convencionais que usaram supressão, distração ou nenhuma estratégia de regulação emocional.


Notavelmente, para os participantes que foram considerados pensadores criativos, a reavaliação emocional não pareceu ter muito efeito em sua criatividade. Os autores sugerem que, como as pessoas criativas já tendem a praticar a reavaliação emocional regularmente, fazer mais não tem tanto impacto, como adicionar mais gasolina a um carro que já tem combustível.

As descobertas têm implicações para melhorar a produtividade dos negócios, afirmam os pesquisadores, uma vez que parece possível aproveitar o conhecimento e a experiência de mais funcionários incentivando sua criatividade, mesmo aqueles em ocupações convencionais como contabilidade, ajuste de seguros ou análise de dados.

Zhu sugeriu que os supervisores pudessem desenvolver treinamentos para cultivar habilidades de pensamento criativo nos funcionários. Os indivíduos também podem praticar a reavaliação emocional quando confrontados com uma crise ou desafio, em vez de suprimir as emoções negativas.

"As emoções negativas são inevitáveis no local de trabalho", disse Zhu. "A questão não é se queremos emoções negativas ou não? A questão é: como podemos lidar melhor com elas de maneira produtiva e saudável? Parte das implicações deste estudo é que podemos usar emoções negativas em nossa vida cotidiana como oportunidades para praticar o pensamento flexível."


fonte: Changing feelings can boost creativity for conventional thinkers -- ScienceDaily

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 O que fazer depois que você descobre que tem um transtorno de ansiedade. 

Não existe cura para o transtorno de ansiedade. Tudo que podemos alcançar é a remissão total dos sintomas, e pra encontrar esse pote de ouro é preciso se empenhar nos tratamentos, tanto psiquiátrico como psicológico.

O mais importante é entender o que está acontecendo contigo, conseguir entender de onde vem as crises e aprender a lidar com elas e com os pensamentos que as causavam.

É aprendendo que o seu cérebro muda, (a famosa neuroplasticidade) não é de um dia pro outro mas com o tempo você começa a ver os resultados dessas mudanças. Vou listar aqui alguns aprendizados que é possível alcançar na terapia e que aos poucos vai ajudando muito a lidar melhor com esse transtorno. 

Anotar os pensamentos

A primeira coisa que um terapeuta cognitivo comportamental vai te falar pra fazer é anotar seus pensamentos. No começo é meio difícil mas com o passar do tempo você vai ficando mais atenta ao que se passa pela sua cachola. Isso ajuda muito a perceber de onde vem as caraminholas que atrapalham a sua vida. É um exercício pra toda vida, quanto mais você pratica melhor você fica. 

Recursos para lidar com os sintomas

Outra coisa que a terapia pode te dar são recursos para lidar com os sintomas, você faz uma lista de coisas que você pode fazer quando começar a sentir os sintomas. Vai experimentando, algumas coisas dão certo pra alguns e para outros não, você precisa encontrar aqueles que são efetivos no seu caso. E aí sempre que a ansiedade aparece você recorre à essas "armas", na maioria das vezes funciona, mas nem sempre. Com a prática vai melhorando.


Estudar sobre o problema

Não basta entender como seus pensamentos funcionam, o que já é um grande passo, mas entender como a ansiedade funciona e como podemos lidar com ela faz muita diferença. É o que os psicólogos chamam de psicoeducação. Realmente faz diferença, quando você entende o transtorno, quanto mais sabe sobre ele, mais se sente capaz de combatê-lo. 

Mudanças no estilo de vida

Algumas mudanças no estilo de vida também ajudam muito. Regular seu sono é essencial, dormir todos os dias no mesmo horário e fazer sempre a mesma rotina noturna. 

Também pode mudar a alimentação, talvez parar de tomar refrigerante, comer mais salada e pelo menos uma fruta por dia. Abandonar a cafeína, nada de café ou coca cola, e por aí vai...

Fazer exercício físico, nem que seja uma caminhada, entrar em contato com a natureza, luz solar, que também faz muito bem pra saúde como um todo. 

Passar a se organizar, colocar os problemas no papel pra que eles não fiquem na minha cabeça, é algo que faz muita diferença.  

Saaaaanta meditação!

A meditação faz muito bem para uma mente ansiosa. O segredo para combater a ansiedade é não dar bola para os pensamentos, ter a capacidade de trocar o foco de atenção de algo que está te perturbando para qualquer outra coisa. É essa capacidade que o exercício da meditação te dá. Obviamente é um treino também, quanto mais você faz melhor você fica. 

Outras coisas que me ajudam muito

  • Ter uma família que aceita e entende pelo que passo, e portanto me ajuda. 
  • Ser viciada em leitura e ter os livros como companheiros nos piores e melhores momentos.
  • Agradecer e fazer listas das melhores coisas que aconteceram na sua vida. 


Esse post é só mais um passo em busca do pote de ouro, na tentativa de enxergar as cores no caminho, o que não significa que não haverá escorregões, quedas e até fraturas. O importante é continuar andando, pois se a subida é difícil e dolorosa são pra que na chegada você esteja mais forte, e faça do arco-íris um escorregador que leva ao mergulho em uma vida mais feliz e tranquila. 





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O que programas como BBB e A Fazenda têm que fazem as pessoas assistirem avidamente todos os anos?

foto: Reprodução/GShow

Os reality shows são um gênero televisivo popular que ganhou muita popularidade nos últimos anos. Existem várias razões pelas quais as pessoas gostam de assistir a esses programas, incluindo o entretenimento proporcionado pelas situações dramáticas, o senso de conexão com os participantes, a oportunidade de ver pessoas reais em ação e a possibilidade de aprender algo novo.

Uma das principais razões pelas quais as pessoas gostam de assistir reality shows é o entretenimento que esses programas proporcionam. Os reality shows geralmente apresentam situações dramáticas, confrontos e momentos emocionantes, que mantêm os telespectadores entretidos do início ao fim.

Outra razão pela qual as pessoas gostam de assistir reality shows é o senso de conexão com os participantes. Os reality shows muitas vezes apresentam pessoas comuns, que enfrentam situações semelhantes às que os espectadores enfrentam no dia a dia. Isso pode fazer com que os espectadores se identifiquem e se conectem emocionalmente com os participantes do programa.

Os reality shows também proporcionam a oportunidade de ver pessoas reais em ação. Os participantes de reality shows são pessoas reais, que não estão atuando, e isso pode ser muito atraente para os telespectadores. Ver pessoas comuns tentando alcançar seus objetivos pode ser inspirador e emocionante para os espectadores.

Além disso, os reality shows podem ser educacionais, pois muitos deles têm uma temática específica, como culinária, reforma de casas, competições esportivas, entre outras. Esses programas podem ensinar habilidades práticas aos telespectadores, o que pode ser útil em suas próprias vidas.

Os reality shows também podem ser vistos como uma forma de escapismo para os telespectadores. Muitas vezes, as pessoas assistem a esses programas para se desconectar das suas próprias vidas e mergulhar em um mundo diferente, cheio de drama e emoção.

Outra razão pela qual as pessoas gostam de assistir reality shows é a interação social que esses programas proporcionam. Muitas vezes, as pessoas assistem a esses programas com amigos ou familiares, e isso pode criar um senso de comunidade em torno do programa.



Os reality shows também são populares porque muitos deles apresentam um senso de competição. Os telespectadores podem se envolver emocionalmente com os participantes e torcer por seus favoritos. Isso pode adicionar um elemento de emoção ao programa.

Alguns reality shows têm um componente de voyeurismo, que pode ser atraente para alguns espectadores. Esses programas mostram as vidas privadas dos participantes, e isso pode ser emocionante e interessante para os telespectadores que desejam ver como outras pessoas vivem.

Os reality shows também podem ser uma forma de autodescoberta para os participantes. Muitos desses programas apresentam desafios que testam os limites dos participantes, e isso pode ajudá-los a descobrir coisas sobre si mesmos que não sabiam antes.

Por fim, os reality shows podem ser vistos como uma forma de entretenimento "fácil", que não requer muita reflexão ou análise. Eles podem ser uma forma de relaxar e descontrair depois de um dia cansativo de trabalho ou estudo.

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